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Secretários e vereadores reúnem-se para tratar de UTI Neonatal
 


>>29/01/2018

 

A pedido dos vereadores, os secretários municipais, Cassiano Maia (Geral) e Angelina Zuque (Saúde), além do assessor jurídico, Luiz Henrique Gusmão, estiveram na Câmara, na manhã desta segunda-feira (29), para esclarecer sobre a questão da UTI Neonatal, em Três Lagoas. Recentemente, um bebê pré-maturo, faleceu, após o transporte para atendimento, na Capital.
Os principais questionamentos dos vereadores foram: atendimento (vagas) no Hospital Cassems; recursos; e credenciamento do Hospital Auxiliadora.
“Pedimos que o Município faça o impossível para salvar vidas, não queremos que mais crianças morram”, enfatizou o vereador Davis Martinelli.
A secretária de saúde informou que foi aberta uma sindicância tanto na Prefeitura quanto no Hospital, para apurar as responsabilidades sobre a morte de um bebê, que nasceu pré-maturo. Ele foi transportado para Campo Grande, mas não resistiu após, dar entrada no hospital.
Ela informou que no caso, um médico e um enfermeiro acompanharam o transporte e tinham autorização para paradas em hospitais de Água Clara e Ribas, se fosse necessário. A criança chegou viva ao hospital, mas acabou não resistindo.
Zuque fez questão de reforçar que todo o procedimento, transporte ou não para outros municípios (Campo Grande ou Dourados), ou, recorrer a UTI da Cassems (via liminar), depende da conduta do médico (do Hospital Auxiliadora), do que ele coloca no laudo.
O secretário Cassiano acrescentou que o Município está buscando o credenciamento junto a Cassems, de uma forma que não se limite o número de leitos. Ele lembrou que o hospital do convênio conta com apenas 10 leitos. E, fez questão de ressaltar que, devido ao tempo de permanência de bebês, em UTI (geralmente ser longo), pode ocorrer de algum ter que aguardar vaga da Central de Regulação. E, terá que ser transportado para outra cidade.
No que se refere a trâmites com a Cassems, a secretária de saúde disse que, agora, o Hospital está com a documentação em dia, que as conversas iniciaram em 2017, mas trata-se de um processo extremamente burocrático e demorado (até 120 dias).
Ela ainda frisou que outros nove bebês já foram atendidos na Cassems, mas que tudo dependeu da conduta médica e da concessão de uma liminar.
Tonhão frisou que, realmente, é necessário entender a questão da responsabilidade técnica e que, às vezes, se interpreta que o município não está fazendo nada. E, que os vereadores continuarão cobrando.
O presidente da Câmara, André Bittencourt, fez questão de destacar a importância de se buscar uma solução para a questão, que os vereadores acompanham a situação, de perto. E, que acredita que o que é possível fazer, tem certeza, que o Município está fazendo.

 



 
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